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terça-feira, 5 de julho de 2011

Voluntariado Cristão com a família do Velejando com Deus no Projeto Macedônia

Convido a todos para assistirem o video abaixo que mostra parte do trabalho realizado por Rafael e Mariana Reis (Projeto Macedônia), juntamente com Marcio, Daniela e o pequeno Gabriel Nunciaroni (Velejando com Deus). O video mostra cenas do belíssimo trabalho que esses queridos do Senhor, realizaram nesses dias em parte do nordeste brasileiro. 


O voluntariado deles é definido pela realização do trabalho feito de boa vontade e sem interesses, sendo remunerado apenas com os benefícios à alma proporcionados pela conjugação dos verbos dar doar, principalmente, quando o sujeito do segundo verbo é também o objeto da ação, possibilitando ao mesmo doar-se. Doar-se em tempo, atenção e carinho ao próximo, servindo-o em suas necessidades, inclusive financeiras, gera nos benfeitores satisfações e sentimentos experimentados por todos aqueles que entenderam um dos ensinamentos de Jesus Cristo, que nos diz que na caminhada da vida é melhor dar do que receber, melhor ainda, quando damos àqueles que não têm como nos retribuir, pois o pagamento dessa doação será feita numa dimensão onde os sorrisos gerados são convertidos em tesouros que não podem ser roubados ou deteriorados, muito menos, desvalorizados por meio de reações inflacionárias ou qualquer outra agrura da economia atual.

O voluntariado cristão deveria estar presente na vida de todo aquele que se converte aos caminhos de Cristo. Nos dias de hoje, infelizmente, vemos o serviço voluntário sendo realizado com mais frequência apenas por alguns cristãos, os quais geralmente, já estão em um campo missionário ou em atividades constantes em suas comunidades e congregações. Temos que entender que algumas atividades são da competência de todos. Não devemos mais nos contentar com as balas e brinquedos distribuídos no dia das crianças e no Natal. Temos que fazer do suprimento das necessidades dos menos favorecidos e da pregação do Evangelho, atos comuns do nosso cotidiano.

Contudo, o trabalho é de formiguinha mesmo! Pequenos gestos como: Sorrisos trocados e olhares que se enxergam; Palestras em escolas; Instruções de higienização bucal; Escolinhas de futebol; Aulas de reforço escolar; Inclusão digital. E claro, o simples e puro anúncio do Evangelho. Atuando de forma singela, alcançando um-a-um, proporcionando encontros e conexões com as pessoas, apresentando em atos de amor a divina história de redenção que nos motiva e encoraja: A salvação da humanidade através do filho de Deus.

Seja também uma pessoa atuante onde você está! Não por ativismo, mas sim, por devoção e amor. Auxilie com seus 5 minutos ou com seus 5 tostões, não importa a forma ou o modelo, apenas entenda em Deus o(s) seu(s) talento(s) e compartilhe-o(s) com os "menores" que você (os que precisam). Não se preocupe com o tamanho e o alcance das suas obras, apenas faça. Cabe a Deus que é infinito, multiplicar os seus atos feitos nEle e por Ele.

sábado, 5 de março de 2011

Carnaval 2011

Nas festividades de fim de ano, li uma frase irônica sobre dieta que me pareceu fazer muito sentido: "Não se preocupe com o que você come entre o Natal e o Ano Novo, se preocupe com o que você come entre o Ano Novo e o Natal!"
Hoje, dia 05 de março de 2011, sábado de carnaval, estou com um pensamento parecido, mediante as inúmeras manifestações contrárias à celebração do Carnaval.

Entendam, não tenho nada a dizer que defenda ou corrobore para a celebração dessa festa popular como ela é hoje. Como cristão, não posso considerar positivo minutos de alegria em troca do aumento de algumas mazelas da sociedade, tais como: acidentes nas estradas, facilitação sexual, DST's, gravidez precoce, abortos, crimes e violência que ocorrem nesse período motivados por drogas e bebedeiras.

Contudo, não me sinto icentivado a militar contra o Carnaval, uma vez que são apenas 4 dias de festas contra 361 dias que temos não só para anunciarmos as boas novas do Cristo Jesus, como também, edificar a fé dos salvos, e manifestarmos o reino do Pai em amor e caridade aos que precisarem.

Penso que se utilizássemos esses 361 dias do ano com a mesma viceralidade que as vezes temos em relação ao Carnaval, as quartas-feiras de cinzas se tornariam a cada ano mais sóbrias e limpas, naturalmente.

Contudo, em momento algum desse pequeno texto, pretendo minimizar a importância dos retiros para os jovens , dos trabalhos de evangelismos, da pregação combativa e até, mais recentemente, dos blocos de carnaval gospel's que ocorrem nesse período.

Quero apenas compartilhar a impressão de que as vezes somos apenas combatentes, e não somos o que deveríamos ser no dia-a-dia: agentes da manifestação do Reino de Deus na terra. Em oração, em pregação, em ensino, em caridade, em cura, em acolhida, enfim, em amor.

Outro dia, me manifestei no facebook sobre o incêndio nos galpões de algumas escolas de samba do Rio de Janeiro e fui mal interpretado por dizer que, como cristão, não via prazer nenhum nas imagens dos galpões incendiados transmitidas por todas as emissoras nacionais. Como cristão, não posso ter prazer na destruição de forma alguma. Como cidadão, menos prazer ainda, por suspeitar que o dinheiro utilizado para a reconstrução dos galpões virá dos cofres públicos, ou seja, da população.

Deixo abaixo, o video da jornalista paraibana Rachel Sheherazade, manifestando sua opnião sobre essa festa tão esperada pelo sofrido trabalhador brasileiro, que ainda prefere esquecer de seus problemas ao invés de encara-los de frente.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O diálogo cristão deve ser o diálogo humano.

Imaginar a humanidade despida de crenças é tão complicado quanto imagina-la conciliando todas as crenças.

O discurso cristão de que pessoas de outras crenças pertencem a uma classe diferente da classe das pessoas de crença cristã, há muito tempo não possui sustentação para ser reverberado.
O verdadeiro entendimento cristão sobre o ser humano é de igualdade. Desde o nascimento até o inalterável padecer do corpo. A crença cristã garante que o Cristo veio para reconciliar Deus com o mundo, abrangendo assim, todos aqueles que nele habitam. Mesmo que exista um fator condicionador para tal reconciliação, a fé, o sacrifício soteriológico é destinado a toda a humanidade.
O diálogo entre as religiões devem buscar um caminho racional, onde até a crença na inexistência divina (ateísmo clássico), deve ser compreendida como uma manifestação natural do entendimento (ou da falta dele) humano para o que entendemos como não-material e ou espiritual.
Por milênios os cristãos se ocuparam na defesa do indefensável. A racionalização e exposição de sua fé.
Sugerir que outros creiam em seus dogmas, os quais são construídos de formas únicas por indivíduo, relacionados principalmente, a fatores culturais, é tão insensato quanto sugerir que os que crêem, o fazem por razões sugestivas da alma humana, como o medo e a ignorância.
A fala cristã deve ser detida pela vivência cristã. A boa nova de Jesus deve ser mais que pregada, deve ser compartilhada de forma simples, contínua e natural, tal qual o ato de respirar. Onde o descrente, não mais deve ser coagido a corroborar com a cosmovisão cristã, mas sim, embriagado pelos aromas dos frutos do Espírito que existem naqueles que compartilham não apenas suas crenças, mas suas vidas. A pregação cristã deve ser solidificada em Amor, ação de justiça e entrega. Essas ações não mais devem ser condicionadas à receptividade da fé cristã. 
Mesmo que se corra o risco do descrente atribuir os valores positivos vistos para a natureza humana, o homem enquanto cristão, sabe que ainda que ele pleiteie isso, não pode gozar plenamente de um mérito que não lhe pertença, mesmo que em suas ações, ele desvie-se do caminho cristão, e exiba tais feitos como oriundos dele próprio, sua alma garante-lhe o fel do saber.

[descrente - leia-se que crê diferente, ou simplesmente, que não crê. Por tanto, o termo não carrega pejoratividade, uma vez que o objeto da descrença é o objeto da crença do cristianismo, o Cristo.]

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A. W. Tozer

Seguindo duas ótimas indicações do Walter, li dois posts com traduções de textos do A. W. Tozer.
Deixo aqui um trecho de cada um e o link do texto inteiro para que mais pessoas se deliciem.

A absoluta importância do motivo
"Atos religiosos praticados por motivos vis são duplamente maus - maus em si mesmos e maus por serem praticados em nome de Deus. Isto equivale em pecar em nome dAquele Ser que é impecável, a mentir em nome dAquele que não pode mentir e a odiar em nome dAquele cuja natureza é amor."

Oração de um profeta menor
"Aceito trabalho duro e pequenas compensações nesta vida. Não peço um cargo fácil. Procurarei ser cego aos pequenos processos de facilitar a vida. Se outros procuram o caminho mais plano, eu procurarei o caminho mais árduo, sem os julgar com demasiada severidade. Esperarei oposição e procurarei aceitá-la serenamente quando ela vier. Ou se, como por vezes sucede aos teus servos, o teu povo bondoso me obrigar a aceitar ofertas expressivas de gratidão, conserva-Te ao meu lado e salva-me da praga que a isso freqüentemente se segue; ensina-me a usar o que porventura receber de tal modo que não prejudique a minha alma nem diminua o meu poder espiritual. E se a tua providência permitir que me advenham honras da tua Igreja, que eu não esqueça naquela hora que sou indigno da mais ínfima das tuas misericórdias, e que, se os homens me conhecessem tão intimamente como eu me conheço a mim próprio, me retirariam tais honrarias para as darem a outros mais dignos delas."

[REVERBERADO]

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Jesus Cristo Vs Cristianismo e suas vertentes


Vez ou outra, me pego no dilema de Cristo X Cristianismo.
Algo que era pra ser uma extensão, em muitos casos, se torna uma antítese.
Esse mesmo dilema, me faz questionar, do por quê continuar evangélico, visto que católico já não mais sou (pelo menos em alguns paradigmas e dogmas), e do por quê continuar cristão, posto que as referências de cristãos estão cada vez mais confusas e cada vez menos práticas, menos apóstolicas (no sentido de assemelhar aos primeiros discipulos-apóstolos).
Esse dilema se contorse e cria tentáculos em meus pensamentos, principalmente, quando percebo com uma certa facilidade, a distância entre o Senhor Jesus Cristo e muito dos "seus" seguidores e ou dogmas da religião que atualmente lhe é apontada como a religião dos Seus remanescentes na terra, o cristianismo.
Não tenho problemas com Jesus! Seria "cômi-trágico" se tivesse. Graças a Deus não tenho. Por tanto, me parece muito aceitável que mesmo quando não me sinto evangélico ou cristão, continue tendo total devoção à Jesus Cristo! Desassociá-lo de coisas que homens com cruzes e ou ternos (chapéus, bigodes, barbas, mantas e tantos outros filactérios) fazem em seu nome, não só é fácil, como também necessário.
Contudo, tal ruptura não se torna necessária, uma vez que a Igreja de Jesus Cristo continuará existindo. A Igreja é uma realidade viva e linda.
Não é necessário adjetivar a Igreja como a VERDADEIRA, posto que sendo falsa, não é a Igreja.
O que quero dizer é que fazemos a insignificante ação de nos rotularmos como sendo assim ou assado, ou não sendo assim ou assado. Como sendo deste ou daquele grupo, como não sendo deste ou daquele grupo.
A caminhada com Cristo nos "obriga" ao caminho do amor. Nos direciona a termos o olhar samaritano, o qual mesmo não reconhecendo as vestes do necessitado como sendo da sua clã, família ou nação, não se permite seguir seu caminho sem estender a mão. Ao contrário, de pronto se entrega, se suja e socorre. Paga-lhe as contas sem impor condições, presenteia sem perguntar se a pessoa foi uma "boa pessoa durante o ano que se passou".
Enxergar qualquer um como nosso Próximo é tão maravilhoso quanto difícil. É tão necessário quanto "utópico". É ser discípulo daquele que entregou sua vida em amor.
Tão cansativo apesar de ao mesmo tempo ser tão simples, é dizer isso para o meu coração todas as vezes que vejo casos de "cristãos" que usurpam do nome do Cristo para roubar, coagir, enriquecer, estuprar, transar, manipular, sobrepujar, jactar. Tenho que berrar dentro de mim: - São os teus próximos! São alvos da Graça como você!
Ser cristão está bem além de ser católico ou evangélico, ortodoxo ou carismático, pentecostal ou histórico, celular ou apostólico. Ser cristão está 100% voltado para o amor! Ao ato de amar!
Há os que dizem que amam por que sentem, os que amam por que vêm, os que amam por que entendem, os que amam por que fazem e até, os que amam sem saber o porquê de amar, apenas amam. Uma das coisas que aprendi nesse pouco tempo de vida vivida, é que sem a tatuagem do amor, tudo mais não passa de papo furado, de arte desgraçada, intelecto surtado, murcho e vazio de vida. Pose fétida de papelão! Que não dura! E mesmo que dure (em tempo), o fará morta!
Ser cristão é amar em toda a plenitude que esse verbo permite aos que o fazem conforme Cristo. Conforme o evangelho.
Quem ama ora e intercede;
Quem ama ora e ajuda;
Quem ama ora e cura;
Quem ama ora e não cobra;
Quem ama ora e não se envaidece;
Quem ama ora e estuda e ensina;
Quem ama ora e conforta e consola;
Quem ama ora e até bate se precisar; (risos.. essa foi pra Clau)
Quem ama ora bolas, ama! Com tudo isso acima citado e muito mais.. com toda a plenitude que a AÇÃO de amar exige.
Sim! Continuo no cristianismo. Sim! Continuo na Igreja de Cristo. Continuo na Igreja, acreditando que esta é composta por cristãos que amam, creem e fazem! Continuo acreditando que os que fazem parte desta linda Igreja são todos aqueles cujos os pés e mãos são imagem e semelhança de Cristo. E isto, pra quem não sabe, vai além das paredes evangélicas e ou católicas, vai além do próprio cristianismo. Isto, vai até à todos aqueles que o Pai der-conduzir ao Cristo. Sim! Ele é Quem conduz! Sem Ele, a pregação do eloquente é lixo! A argumentação do intelectual é merda! O milagre do curador é bala de festim! Sem o convencimento e o alcance do Espírito Santo de Deus, nada se faz, não se enganem os caminhantes. Sem Ele, tudo mais é um Delírio, como bem já disse um grande mentiroso.
Continuo atolado nesses rótulos não pelo o que eles são, mas pelo o que eles não são: JESUS! Pois não os pondo como ídolos em mim, posso servir a Cristo inclusive neles e com eles.
É por isso, que peço perdão aos que culpam os cristãos e ao cristianismo por tantos escândalos, golpes e barbáries! Peço perdão, pois faço parte disso. Sim, faço parte ao permitir não fazendo nada para que tantos irmãos não caiam no erro levando outros consigo.
Mas acreditem! Tenho esperança e idiotice suficiente, para crer que podemos nos converter por inteiro. Exercito minha fé assim, mesmo tendo a revelação já escrita no "livro da vida" que assim não será.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Prefiro um amasso bacana!!!


"O carro pára no acostamento da rodovia. A passageira interroga se o combustível acabou. O motorista abre a porta do passageiro com violência e impaciência dizendo:
- Ou dá ou desce!
- Não rola ficarmos apenas num amasso bacana??
Pergunta a mocinha pressionada."

Em geral, o "meio termo" é considerado uma fraqueza, uma falta de posicionamento. Provavelmente isso é decorrente da utilização exagerada de Apocalipse 3:16.

Nos mares psicológicos, o meio termo geralmente, é tido como sinal de equilibrio, condição emocional posta como ideal.

No terreno intelectual, esta neutralidade é tida como segura, demonstra isenção analítica e até, pode-se atribuir ao ser neutro, a posse de uma mente "aberta" às possibilidades.

Já nos ares espirituais, temos alguns embates. As diversas mitologias, desde cedo presentes no incosciente coletivo, regadas por construções de lendas, supertições e muitos desenhos animados, fixaram na mente humana duas forças bem definidas, que agem de forma combativa desde o que se entende por origem: O Bem e o Mal, Deus e o diabo.

Com a expanção do cristianismo e as suas diversas ramificações e denominações, introduziu-se um novo componente bastante atuante e controverso que rematou a tríade: O homem.

Muito das diversas manifestações, experiências e milagres que não eram atribuídos ao poderio do Bem (Deus), deixaram de ser imputadas à força contrária (diabo, mal), sendo arrogados às próprias pessoas que as propagam.

Isso tem gerado grande ruído na comunidade cristã, onde os exegetas concorrem quanto a veracidade, validade e origem das experiências. De um lado, faz-se uso da rejeição ao desconhecido, ao não interpretado e até, ao sem propósito aparente. Do outro lado, questiona-se a frieza espiritual dos contestadores, sua incapacidade de discernimento e incrédulidade. De ambos os lados, são levantadas bandeiras de "guardadores" de Deus. Ambos, atribuem uma fatídica destinação aos opositores, desqualificando-os como lobos, aproveitadores, cegos, mortos espirituais, hereges, usurpadores e ou simplesmente, foras da visão.

Enquanto a mim? Qual é meu posicionamento? Bom, não acredito na excelência das generalidades. Cada caso e circunstância devem ser vistos como únicos, medidos com suporte bíblico e discernimento espiritual. Contudo, nem sempre essas ferramentas nos capacitam a atestar tais manifestações com certeza absoluta, posto que:

- Se (este "se" é apenas provocativo) Deus é mesmo vivo, nem mil Bíblias poderiam comporta-Lo;

- O discernimento espiritual não é uma virtude humana (constante), pois confundi-se com o discernimento do próprio coração, onde se misturam os gostos e (pré)conceitos.

Nos exemplos bíblicos que percorrem todo o novo testamento, vemos que os perseguidores de Jesus e dos apóstolos, que mesmo presenciando manifestações inconstestáveis pela cristandade atual, negaram que tais feitos viessem da parte de Deus. Outros, creram apenas devido aos milagres presenciados. Opondo-se a isto, temos também, os exemplos de pessoas que tentaram usurpar dos dons de Deus, pondo inclusive, preço nos mesmos. Vemos ainda, manifestações supostamente boas, que eram na verdade, alardes de demônios.

O discernimento espiritual é um dom excelente de Deus, o qual apesar de Paulo (e a Lívia) dizer ser inerente a todo cristão (que busca o aperfeiçoamento), penso eu, que seja privilégio de alguns. (Pelo menos no uso).

Deixando então de miar em torno do prato de leite, reafirmo que cada caso é ímpar e que necessita de observância individual. Atualmente, vemos pessoas sem o discernimento necessário (Ops! Como posso afirmar isso?!), julgando manifestações apenas por não conseguir associa-las a um propósito entendível de Deus, como também temos malucos, surtando pelo anseio transbordante de fama, poder e dinheiro (composição destorcida da prosperidade)(Ops! Como posso afirmar isso?!). Outro caso, é o da experiência verdadeira, mas vivida com o exagero da alma da pessoa, o que leva a muitos à descrença (Ops! Como posso afirmar isso?!). Não isentando ainda, situações que realmente devem ser atribuídas ao diabo.

O grande ponto divergente na cristandade, está justamente na pontuação de cada um dos casos acima citados.

Vale finalizar dizendo que mesmo com ou sem o discernimento, acredito na escolha (livre arbítrio). Nós optamos em acreditar ou não em algo.

"Propositalmente, não abordei os posicionamentos nos âmbitos sociais. De relacionamento, gostos e preferências, caráter e etc. O texto se estenderia demais. Entre outras coisas, eu teria que abordar o meu velho e "bom" Flamengo. E apesar do 5 x 0 que "sofremos" no último domingo, eu não aceitaria escárnio a respeito!!!"

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Homem no buraco


O amor às pessoas, e o respeito à suas escolhas deve ser algo básico nas atitudes de nós cristãos.
Quando passamos a nos considerar superiores aos outros, seja em intelecto, raça, beleza, cultura, posição social, credo ou qualquer outra coisa, deixamos a condição de cristãos.

Hoje, existem cristãos respondendo jurídicamente, por ofensas à outras religiões. Não consigo entender como o zelo por Cristo, os levaram a ultrapassar o campo da ofensa. Na realidade, entendo sim. É questão de doutrinação errônea. A doutrina de Cristo é o amor.



O amor e o respeito, não impedem, de forma alguma, o nosso posicionamento cristão. Este video é um exemplo claro de posicionamento da fé cristã, sem ofensa às outras religiões. 

Por isso Vejo, concordo e reverbero.