sexta-feira, 31 de julho de 2009

As coisas como elas são (ou deveriam ser)

A Igreja que não existe mais (1)
por Ariovaldo Ramos

“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2:43-47

Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.

Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum) – os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo à disposição de todos.

Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.

Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.

Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.

O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje." (Mt 6.9) estava respondido, e diariamente.

Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.

Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.

Essa Igreja não existe mais!

[Reverberado. Discordo do Ari. Essa Igreja existe sim, só está adormecida e ou dispersada.]

Fonte: Portal Missão Integral

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Toda nudez será castigada

Classificação indicativa e evangélicos fazem Globo cortar nudez de novelas

O diretor geral da Rede Globo, Octavio Florisbal, disse que, além da classificação indicativa, que hoje está mais rígida, os evangélicos são outro motivo para o desaparecimento das cenas de nudez nas novelas da Rede Globo.

Em "Celebridade", no final de 2003, Juliana Paes mostrou os seios logo no primeiro capítulo. Depois, exibiu o bumbum. Na mesma novela, Deborah Secco fez topless. Em "Páginas da Vida", em 2006, Ana Paula Arósio fez striptease na noite de núpcias de sua personagem.

Cenas como essas sumiram das últimas novelas das oito da Globo. E não vão retornar em "Viver a Vida", a próxima do horário, de Manoel Carlos, um velho adepto da nudez para levantar a audiência.

"Hoje a classificação indicativa está muito mais rígida", justifica Octavio Florisbal, diretor-geral da Globo, sobre o recato das produções da casa.

O executivo aponta ainda mais dois motivos: a adoção de um manual de princípios e valores e a rejeição dos emergentes evangélicos -que hoje têm a opção de trocar as novelas da Globo pelas da Record. "As pesquisas mostram que parte do público é refratário a alguns excessos", afirma Florisbal.

A classificação indicativa, também apontada por autores de novelas como "a nova censura", é a ferramenta pela qual o Ministério da Justiça determina o que é adequado ou não para determinado horário. Cenas de nudez, pelo manual do ministério, só depois das 22h.

Pelas regras em vigor desde 2007, são as próprias emissoras que estipulam a classificação indicativa de suas obras, mas uma equipe do ministério assiste à programação da TV aberta e reclassifica os programas quando julga necessário.

(Contribuição: Silvia Saron)

[Reverberado]

Fonte: Irmãos.com; Folha de São Paulo – coluna de Daniel Castro

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Putz! Na minha infäncia só havia playmobil!!!


A empresa norte-americana one2believe, fabricante de bonequinhos de brinquedo ou action figures, lançou uma nova linha baseada em personagens e passagens bíblicas.
A linha conta com três seleções: Coleção Heróis da Fé, Coleção Guerreiros e Coleção Contos Bíblicos. A quantidade de personagens é bem limitada, mas as coleções contam com personagens como Paulo, Pedro, Moisés, Noé, Davi, Maria, Ester, Sansão, Dalila, Jonas, Golias, José e claro, Jesus Cristo.

"A one2believe também disponibiliza linhas voltadas para as meninas como as bonecas da coleção P31 (Meninas Virtuosas), projetadas como uma alternativa cristã às bonecas existentes no mercado e para encorajar às meninas a serem virtuosas conforme os ensinamentos bíblicos dos Provérbios 31, assim como a coleção de ursos de pelúcia “Jesus Me Ama”, que cantam e dançam a música que dá nome à linha.
Estas linhas de brinquedos estão sendo trazidas para o Brasil pela importador DPI com o nome “Heróis da Fé” e os interessados em ter estes itens nas gôndolas e prateleiras de suas lojas, basta se cadastrar no site da empresa."

[Sabem, eu sou um cara bem resistente quanto ao lucro obtido através de qualquer tipo de exploração de temática bíblica e ou cristã. (risos) Mas os bonecos são muito "fofinhos", de preços salgados, mas "fofinhos" (fofinhos até demias ... risos). E para a criançada, é uma maneira bem didática de contar e fixar histórias.]

Fonte: Jovem Nerd

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ariovaldo Ramos - Serviço ao próximo

É o jeito!


Mt 8:2

2 E, eis que veio um leproso...

Os leprosos tinham de gritar: leproso! Enquanto passavam. Caso não o fizessem, e fossem denunciados, seriam apedrejados, por atentado à saúde pública. Ele aproximou-se de Jesus sem se anunciar demonstrando crer que Jesus era confiável e não o denunciaria. E estava certo! Jesus é confiável, qualquer pessoa pode se aproximar dele sem medo de ser exposto. Ele aceita as pessoas sem pré-condições. O ser humano basta por existir. Todo mundo devia ser assim: aceitar o outro pelo simples fato de ser humano. e o adorou, Jesus provocava ímpetos de adoração, e o Leproso o adorou, postando-se de joelhos diante dele. E estava certo! Jesus é para ser adorado! Esse é o jeito certo de se aproximar do Cristo! dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. Esse é o jeito certo de pedir qualquer coisa a Jesus: dando-lhe a prerrogativa da decisão: se quer ou não. A questão não se ele pode ou não, mas se é da vontade dele fazer ou não. Ele é o Senhor! Mas, e se Jesus não quiser fazê-lo? Jesus nos aceita sem pré-condições. E nós? Aceitamos Jesus no seu senhorio? Mesmo quando ele diz não?

3 E Jesus, estendendo a mão, tocou-o...

Jesus tocou o intocável! Tê-lo recebido já era um marco,abraçá-lo, uma cura! E é isso o que Cristo faz: nos recebe e nos salva! E é o que devemos celebrar! Tudo mais é se Deus quiser, essencial é a salvação! dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra. Jesus queria. curá-lo, e o fez, mas podia não fazê-lo. Assim como Jesus nos aceita incondicionalmente, temos de aceitar o seu senhorio.

4 Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.

Jesus devolve o homem a sociedade. Manda-o cumprir o ritual que o declara apto a viver ent re todos. Ele está pronto para ocupar o seu lugar e o seu serviço à comunidade. É para o que somos salvos para o serviço ao próximo.

[Reverberado]

Fonte: Irmãos.com

terça-feira, 21 de julho de 2009

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Bodas de Trigo ou Couro

Não poderia deixar passar em branco.
Hoje completamos 3 anos de casados. Graças a Deus!!! Graças ao amor!!!
Muitos podem dizer: "Áh! 3 anos não é nada! Quero ver esse amor quando fizerem 30!"
(risos) Já ouvia esse tipo de bobagem quando namorávamos. Não busco exemplo de amor em outros casais (mesmo encontrando vários bons exemplos). Sabemos que temos que viver por nós mesmos. Com o nosso amor entrelaçado em Deus.
Nesses 3 anos, amadurecemos juntos. Sofremos juntos. Discordamos juntos. Sorrimos juntos. Batalhamos juntos.
Nesses 3 anos, pude entender, que orar à Deus pedindo a confirmação para casar, não era "espiritualizar" decisões que o livre arbítrio de Deus delegavam à mim. Entendi que pedir e receber tal confirmação em meu coração, foi como receber a benção e aprovação de um pai em relação à noiva de seu filho. (e no caso, Pai da noiva também).
Nesses 3 anos, pude reconhecer o traçar do tear de Deus. Onde as características de um e do outro, que aparentemente, seriam excelentes propostas de confronto, se tornaram um delicioso completar de almas.
Nesses 3 anos, descobri que quem ama, ama sempre, mesmo quando não se gosta as vezes (risos). Percebi que o Senhor colocou em meus braços um bem muito precioso. Tão precioso, que Ele já sabia que seria impossível para mim, cuidar deste bem sem a ajuda dEle. Assim, este amor se torna ainda mais lindo, pois me leva à uma aproximação com o Pai, diariamente.
É verdade que a rotina da lida, tende a nos oferecer um comodismo mecanizado no tratar. É verdade que o ardor necessita ser regado, para sempre estar rubro. Te peço perdão então minha linda, se o Mano de hoje, não se tornou melhor que o Mano de ontem. Saiba que o amor de hoje é muito maior, muito mais consciente, muito mais construído (como diriam os indianos.. risos).

Obrigado pelo seu cuidado, pelo seu carinho. Que em nossos corações, continue o entendimento de que casa-se não apenas para ser feliz, mas sobretudo, para fazer o outro feliz. Desejo que continuemos ligeiros em secar a primeira gota do balde, para que ele nunca venha transbordar com a última.

TE AMO PRINCESA!
CONTIGO SOU FELIZ!

Reflexão

Essa crítica é muito pertinente aos dias atuais. Devemos enquanto igreja, refletir sobre esta imagem que nos foi associada, a qual já está se tornando folclórica perante a sociedade.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Bem vindos os convidados para a ceia do Senhor


É desagradavelmente interessante como nós lemos muito pouco a Bíblia.

É, sobretudo perigoso, a forma como absorvemos tudo o que nos falam(pregam) e a facilidade com que reproduzimos tudo isso sem analisarmos.

Na maioria das igrejas evangélicas que eu já tive a oportunidade de presenciar ou participar da santa ceia do Senhor, percebi algo que a meu ver, é uma grande distorção do que Paulo disse à igreja de Corinto na sua primeira carta, no capítulo 11.

Paulo chama a atenção, sobre a má conduta dos coríntios na celebração da ceia do Senhor. O texto mostra que existia uma total falta de comunhão entre os irmãos. Acentuada principalmente, pela diferença social. Os mais abastados desprezavam os mais necessitados que não podiam ou menos contribuíam com a ceia. A ceia da época, era realizada com grande fartura de pão e vinho, diferentemente da forma com que a celebramos hoje em dia. Os mais ricos, levavam seu vinho e seu pão, e sem esperar pelos demais, comiam e se embebedavam sem o menor pesar pelos mais pobres.

Ora, Paulo vendo isso, não precisou de nenhuma revelação para constatar que não havia ali, menção ao nome de Cristo, quanto mais ao seu corpo e sangue. Não havia ali, espírito fraterno, espírito de adoção. Não havia ali espírito de comunhão, e por isso, não havia ali espírito de Igreja. Não havia ali, discernimento (entendimento, menção, reverência, referência) do corpo e do sangue do Senhor.

Eles estavam fazendo da ceia do Senhor, um acontecimento de comilança e bebedeira.

Paulo então, é categórico:

Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.

Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.

Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR.

Apesar de ser claro que a condenação virá para aqueles que ceiam, sem discernir o corpo do Senhor, ou seja, sem vivenciar, sem entender que a ceia trata-se da representação do sangue e do corpo do Cristo Jesus, o que vemos hoje em dia, é o apartar da ceia do Senhor não mais por diferenças econômicas, mas sim, por diferenças de santidade. Hoje vemos que pessoas disciplinadas em suas igrejas, ou simplesmente “em pecado” (como se fosse possível encontrar alguém sem pecado), não podem participar da ceia do Senhor. Nisto observo diversos males, dentre eles:

A contínua valorização da culpa nos ombros do pecador;

A herança da necessidade de penitência, existente no catolicismo, para sermos “restaurados”. Com isso, atrofiamos o desenvolver do arrependimento, posto que somos supostamente disciplinados com a “não comunhão” com a igreja na ceia do Senhor.

Pergunto-me, quem em sã consciência poderia impedir alguém consciente, que discerne o corpo e o sangue de Jesus, de participar da santa ceia do Senhor? Não é por ventura mais importante ainda para o pecador que participe da ceia, posto que esta representa a carne do cordeiro pascal de Deus e o sangue purificador derramado na cruz ao nosso favor? (Nosso - PECADORES - Todos nós)

Infelizmente, isto ocorre por não lermos e meditarmos no que ensina a Bíblia. Mas temos que começar toda e qualquer mudança em nós mesmos. Importa que cada um tenha a sua comunhão/meditação diária. Temos que executar a mudança primeiro em nós para não nos tornarmos meros hipócritas. Como diz o pernambucano Junior Calado: “Resolver meu problema é fácil, quero ver tu resolver o teu!”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Você já se encontrou com Deus? E com dois?

O encontro

por Ariovaldo Ramos

Pastor, hoje eu tive um encontro de terceiro grau com Deus, e preciso da sua ajuda!

Como um encontro de terceiro grau?

Pessoal, pastor, face a face!

Hoje, você esteve com Deus como... Moisés?

Isso pastor! E preciso da sua ajuda!

Por que uma pessoa que esteve pessoalmente, ao vivo e a cores, com Deus, precisa de minha ajuda, ou de qualquer ajuda?

Por que apareceram dois, pastor!

Dois... Como assim?

Deus! Apareceram dois seres! E ambos disseram ser Deus!

Ao mesmo tempo?

Não, pastor, primeiro veio um e depois veio outro, e eu preciso que você me ajude a descobrir qual dos dois é Deus, de fato!

Não sei se posso ajudar... Como era cada um?

Iguais, absolutamente iguais, apareceram com a mesma face, jeito... Tudo!

E a fala? Falaram a mesma coisa?

Ah! Isso não!

O primeiro chegou, eu estava no quarto, não tive medo, ao contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que você pergunta o porquê da minha aparente não interferência.

Eu vou interferir, vou botar a casa em ordem! Quanto ao sofrimento, por enquanto é assim, é o custo da queda, afinal, graças à desobediência de vocês, o mundo jaz na maldade. Mas, no fim, os justos florescerão, sua diferença será percebida por todos os outros que jogaram fora a oportunidade que lhes foi oferecida. E quanto a esses falsos pregadores: eles não perdem por esperar, serão expostos: um a um!

Essa foi a fala do primeiro. Falou e sumiu!

Enquanto eu meditava nessas palavras... Apareceu o outro. Do mesmo jeito! E, mais uma vez, eu não tive medo, pelo contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que pergunta o porquê da minha aparente não interferência.

Nós vamos interferir, vamos botar a casa em ordem! Entenda, sofremos com vocês! E, desde antes da criação, nós fizemos tudo o que precisava ser feito para acabar com esse sofrimento, vocês viram isso manifesto na morte do Cristo, e que a sua ressurreição o demonstrou. Mas entenda, há certos princípios que nós temos de respeitar! A vida é rara e muito frágil, se nós quebrarmos os princípios, que nós mesmos estabelecemos, a vida deixará de existir e, com ela, o universo. O sofrimento terá fim, e haverá justiça; é para isso que trabalhamos até agora.

Quanto aos erros grosseiros, nós os vemos e lamentamos, mas, tínhamos de decidir, diante do que aconteceu, antes de acontecer, como acabaríamos com a maldade que, em vocês, achou expressão; com a agravante, que a única maneira de acabar com a maldade é acabar com os maldosos. E vimos que há duas maneiras de acabar com os maldosos: ou os destruímos, ou os convertemos. Nós decidimos pela conversão.

E para que vocês pudessem ser convertidos, tínhamos de perdoá-los em primeiro lugar, por isso, nós sempre nos aproximamos de vocês a partir do perdão que lhes estendemos. Assim, insistiremos na conversão de vocês até o fim. E quando convertemos um de vocês, é uma maravilha! Porque nós marcamos com fogo no coração de vocês a nossa lei, e a nossa lei é o amor. E aí vocês mudam de vida, por entenderem que é amando que se vive, que é perdoando que se convive, e que é servindo que se estabelece a justiça. Sei... você está pensando: mas eles já são convertidos! Pois é, nós insistiremos na conversão de vocês até o fim.

Essa foi a fala do segundo. Falou e sumiu!

Então, eu vim correndo para falar com você: Qual dos dois é Deus? A quem devo ouvir e seguir?

Ai meu Deus! Não sei lhe dizer... me vi muito na fala do primeiro, e fiquei envergonhado na fala do segundo.

Acho que temos de pedir ajuda. Por favor nos ajudem... Para vocês... Quem é Deus?

[Reverberado]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Oração pela Paz


Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde há ódio, que eu leve o amor.
Onde há ofensa, que eu leve o perdão.
Onde há discórdia, que eu leve a união.
Onde há dúvida, que eu leve a fé.
Onde há erro, que eu leve a verdade.
Onde há desespero, que eu leve a esperança.
Onde há tristeza, que eu leve a alegria.
Onde há trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
é morrendo que se vive para a vida eterna.

(Francisco de Assis)

Já cantei muito essa oração. A cada dia, ela se torna mais linda, mais necessária, mais difícil.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A fé de uma criança


A cada dia.. eu tenho mais convicção de que o evangelho é simples. Sem palavras.. sem teologias.. só amor.. simples assim.
Bom.. assistam.. compartilhem.. reverberem!