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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Autorretrato da Música Cristã Brasileira - Roberto Diamanso

Senhoras e senhores, lhes (re)apresento (através da entrevista de Mário Valladão, do programa Autorretrato da Música Cristã Brasileira) o menestrel Roberto Diamanso, um legítimo poeta de Cristo que conta, canta e encanta aos seus ouvintes com a brasilidade com que lhes apresenta as Boas Novas do Criador, em suas cantigas, rimas e versos.



Mais sobre o trabalho de Roberto Diamanso em sua página do myspace

[REVERBERADO]

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos Namorados - Poesia

Um menino e sua Menina.
É assim que eu me sinto. É assim que meu pensar corrobora com o meu sentir.

Cheio de susto!
É como eu fico todas as vezes que caio meu olhar no seu rosto, enquanto descança em meus braços.
Quão serena! Quanto sussego! Por que me compenetra a crer que é possuidora da paz dos anjos? O que te faz sussegar quase que de forma absoluta?

Que responsabilidade!
Se eu me permitisse ser mais ateu, julgaria a Deus! Tamanha é a responsabilidade que Ele me entregou ao confia-la a mim.

Quanto ao pai dela não hesito. Este foi irresponsável mesmo! Ou demasiado portador de fé.

O que lhe posso ofertar? Como posso agracia-la? Que adornos lhes são dignos?
Mãos vazias é o que carrego, em conjunto com um tremor de pernas que insiste em denunciar-me: - Fraco! Preguiçoso! Incapaz! - Tremem elas.

Mas espere, espere um pouco mais. Este olhar, eu o reconheço. Nele me acalmo. Ele nada pede, pelo menos nada que eu não tenha. Ele ama. Ela me ama! E por mim é amada! Esta é a única oferta que aquele olhar anseia. O amor recíproco.
Então brado! Com meus lábios nos teus. Com a saliva e a respiração que se ofega! Sou teu! Eu e o meu amor!

Obrigado Senhor!
Eu me enganei. A responsabilida não é minha. Eu não poderia. A responsabilida é do amor. Ele pode!

Estas linhas dedico a minha amada Lívia. Minha companheira e cúmplice. Namorida minha! Amo-te!

sábado, 6 de junho de 2009

A Escolha

" Tudo está em silêncio. Ainda é muito cedo. Meu café está quente. O céu está escuro.
O mundo ainda dorme. O dia está para chegar.
Em alguns momentos, ele surgirá. Despontará com o nascer do Sol.
A calma da alvorada será trocada pelo barulho do dia. A tranquilidade do isolamento será substituída pelos passos da raça humana....
Durante as próximas 12 horas ficarei a mercê das demandas diárias. Este é o momento em que preciso fazer escolhas.
Por causa do calvário, estou livre para escolher.

Escolho o Amor....nenhum fato justifica o ódio; não há injustiça que justifique amargura . Escolho o amor. Hoje amarei a Deus e o que Ele ama.
Escolho Alegria... convidarei o meu Deus para que seja o Deus da circunstância. Recusarei a tentação de ser cínico.. a ferramenta do pensador preguiçoso. Recusar-me-ei a ver as pessoas como nada menos que seres humanos, criados por Deus. Recusar-me-ei a ver qualquer problema como nada menos que uma oportunidade de ver Deus.
Escolho a Paz... viverei o perdão. Perdoarei para que possa viver.
.... Sou um ser espiritual. Após a morte deste corpo, meu espírito subirá. Recuso-me a permitir que a podridão domine o que é eterno."

Eu escolhi reverberar e buscar viver esse trecho poético do livro de Max Lucado "Quando Deus sussura seu nome."
Nossa vida é feita de escolhas e como diz o cantor: "lembra-te do teu criador enquanto és moço"

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Roberto Diamanso - Menestrel [Coélet]

Estou inaugurando aqui no blog, essa seção de indicações culturais. Fico feliz em começar com música brasileira da melhor categoria! A dica sonora de hoje é sobre o menestrel Roberto Diamanso.

"Cristão, músico e compositor, Roberto Diamanso já possui alguns discos gravados e seu estilo característico é o regional, onde ele aborda temas como ecologia, amizade, amor e futuro, entre outros, num estilo musical que ele auto intitula Louva Deus. Sonoridade, beleza lírica e visão de mundo cristã estão presentes em suas músicas e poemas."



Roberto Diamanso tem uma obra musical interessantíssima. Ele fala em verso e prosa, com poesia e folclore, sobre verdades da vida, verdades que devem ser bem vividas em Cristo Jesus. 
A música Coélet, acima, nos leva a pensar em coisas que já sabemos mas insistimos em nos esquecer. Sobre esse sopro que é a vida, sobre o vapor que somos nesta terra, e de como alguns sabores da juventude se vão com o passar dos anos. Seria uma música triste e fatídica, não fosse a beleza da poesia, não fosse ainda, o belíssimo destino, que enquanto cristãos, acreditamos possuir. 
Essa vai para todos os brasucas sem fim, esperançosos, errantes como eu, desta Tribo Tupiniquim!
Essa vai para o meu nordeste, faroeste caboclo, para que: "Lembrem-se do seu criador, enquanto és moço!"