terça-feira, 29 de junho de 2010
O direito de ter ou não ter fé - Ariovaldo Ramos
Não é direito do ser humano, ter ou não ter fé?
E não é um direito explicar a vida a partir da fé?
Se perde, não é um direito buscar consolo na fé?
E se ganha, não é um direito atribuir a superação ao deus em que crê?
Se não há deus, por que a ira contra quem não existe?
Logo, é ira contra seres humanos no exercício do direito de explicar a sua vida, e atribuir a sua vitória a quem quer que seja.
E como eu saberia que o articulista não tem fé, se não o tivesse dito no espaço onde deveria falar de futebol?
E se alguém, ao ver a demonstração de fé dos atletas, decidir buscar essa fé, não lhe será um direito?
E se, ao ouvir o articulista, decidir pelo ateísmo, isso não lhe será um direito?
Por que essa celeuma sobre o que é apenas o exercício de direito?
O fato de eu não gostar de ouvir algo, não tira do outro o direito de falar.
O fato de eu não gostar de como alguém comemora os seus feitos, não lhe tira o direito de o fazer.
Direito: faça valer!
[REVERBERADO]
Fonte: Ariovaldo Ramos
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Vocação
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Podcast Irmãos.com - Missão Integral

Neste podcast, Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari encontram-se com Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz para explicar o que é e qual a importância de se praticar a missão integral.
O papo está realmente, muito relevante! Abordando um tema-conceito que está me direcionando cada dia mais: "O Evangelho todo para o homem todo".
#74: Missão Integral
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Podcast Irmãos.com - O Chamado para missões

sexta-feira, 31 de julho de 2009
As coisas como elas são (ou deveriam ser)
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2:43-47
Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.
Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum) – os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo à disposição de todos.
Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.
Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.
Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.
O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje." (Mt 6.9) estava respondido, e diariamente.
Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.
Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.
Essa Igreja não existe mais!
[Reverberado. Discordo do Ari. Essa Igreja existe sim, só está adormecida e ou dispersada.]
Fonte: Portal Missão Integral
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Ariovaldo Ramos - Serviço ao próximo
É o jeito!
2 E, eis que veio um leproso...
Os leprosos tinham de gritar: leproso! Enquanto passavam. Caso não o fizessem, e fossem denunciados, seriam apedrejados, por atentado à saúde pública. Ele aproximou-se de Jesus sem se anunciar demonstrando crer que Jesus era confiável e não o denunciaria. E estava certo! Jesus é confiável, qualquer pessoa pode se aproximar dele sem medo de ser exposto. Ele aceita as pessoas sem pré-condições. O ser humano basta por existir. Todo mundo devia ser assim: aceitar o outro pelo simples fato de ser humano. e o adorou, Jesus provocava ímpetos de adoração, e o Leproso o adorou, postando-se de joelhos diante dele. E estava certo! Jesus é para ser adorado! Esse é o jeito certo de se aproximar do Cristo! dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. Esse é o jeito certo de pedir qualquer coisa a Jesus: dando-lhe a prerrogativa da decisão: se quer ou não. A questão não se ele pode ou não, mas se é da vontade dele fazer ou não. Ele é o Senhor! Mas, e se Jesus não quiser fazê-lo? Jesus nos aceita sem pré-condições. E nós? Aceitamos Jesus no seu senhorio? Mesmo quando ele diz não?
3 E Jesus, estendendo a mão, tocou-o...
Jesus tocou o intocável! Tê-lo recebido já era um marco,abraçá-lo, uma cura! E é isso o que Cristo faz: nos recebe e nos salva! E é o que devemos celebrar! Tudo mais é se Deus quiser, essencial é a salvação! dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra. Jesus queria. curá-lo, e o fez, mas podia não fazê-lo. Assim como Jesus nos aceita incondicionalmente, temos de aceitar o seu senhorio.
4 Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.
Jesus devolve o homem a sociedade. Manda-o cumprir o ritual que o declara apto a viver ent re todos. Ele está pronto para ocupar o seu lugar e o seu serviço à comunidade. É para o que somos salvos para o serviço ao próximo.
[Reverberado]
Fonte: Irmãos.com
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Você já se encontrou com Deus? E com dois?
O encontro
por Ariovaldo Ramos
Pastor, hoje eu tive um encontro de terceiro grau com Deus, e preciso da sua ajuda!
Como um encontro de terceiro grau?
Pessoal, pastor, face a face!
Hoje, você esteve com Deus como... Moisés?
Isso pastor! E preciso da sua ajuda!
Por que uma pessoa que esteve pessoalmente, ao vivo e a cores, com Deus, precisa de minha ajuda, ou de qualquer ajuda?
Por que apareceram dois, pastor!
Dois... Como assim?
Deus! Apareceram dois seres! E ambos disseram ser Deus!
Ao mesmo tempo?
Não, pastor, primeiro veio um e depois veio outro, e eu preciso que você me ajude a descobrir qual dos dois é Deus, de fato!
Não sei se posso ajudar... Como era cada um?
Iguais, absolutamente iguais, apareceram com a mesma face, jeito... Tudo!
E a fala? Falaram a mesma coisa?
Ah! Isso não!
O primeiro chegou, eu estava no quarto, não tive medo, ao contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que você pergunta o porquê da minha aparente não interferência.
Eu vou interferir, vou botar a casa em ordem! Quanto ao sofrimento, por enquanto é assim, é o custo da queda, afinal, graças à desobediência de vocês, o mundo jaz na maldade. Mas, no fim, os justos florescerão, sua diferença será percebida por todos os outros que jogaram fora a oportunidade que lhes foi oferecida. E quanto a esses falsos pregadores: eles não perdem por esperar, serão expostos: um a um!
Essa foi a fala do primeiro. Falou e sumiu!
Enquanto eu meditava nessas palavras... Apareceu o outro. Do mesmo jeito! E, mais uma vez, eu não tive medo, pelo contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que pergunta o porquê da minha aparente não interferência.
Nós vamos interferir, vamos botar a casa em ordem! Entenda, sofremos com vocês! E, desde antes da criação, nós fizemos tudo o que precisava ser feito para acabar com esse sofrimento, vocês viram isso manifesto na morte do Cristo, e que a sua ressurreição o demonstrou. Mas entenda, há certos princípios que nós temos de respeitar! A vida é rara e muito frágil, se nós quebrarmos os princípios, que nós mesmos estabelecemos, a vida deixará de existir e, com ela, o universo. O sofrimento terá fim, e haverá justiça; é para isso que trabalhamos até agora.
Quanto aos erros grosseiros, nós os vemos e lamentamos, mas, tínhamos de decidir, diante do que aconteceu, antes de acontecer, como acabaríamos com a maldade que, em vocês, achou expressão; com a agravante, que a única maneira de acabar com a maldade é acabar com os maldosos. E vimos que há duas maneiras de acabar com os maldosos: ou os destruímos, ou os convertemos. Nós decidimos pela conversão.
E para que vocês pudessem ser convertidos, tínhamos de perdoá-los em primeiro lugar, por isso, nós sempre nos aproximamos de vocês a partir do perdão que lhes estendemos. Assim, insistiremos na conversão de vocês até o fim. E quando convertemos um de vocês, é uma maravilha! Porque nós marcamos com fogo no coração de vocês a nossa lei, e a nossa lei é o amor. E aí vocês mudam de vida, por entenderem que é amando que se vive, que é perdoando que se convive, e que é servindo que se estabelece a justiça. Sei... você está pensando: mas eles já são convertidos! Pois é, nós insistiremos na conversão de vocês até o fim.
Essa foi a fala do segundo. Falou e sumiu!
Então, eu vim correndo para falar com você: Qual dos dois é Deus? A quem devo ouvir e seguir?
Ai meu Deus! Não sei lhe dizer... me vi muito na fala do primeiro, e fiquei envergonhado na fala do segundo.
Acho que temos de pedir ajuda. Por favor nos ajudem... Para vocês... Quem é Deus?
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Podcast Irmãos.com - Missão relevante

sexta-feira, 5 de junho de 2009
O Podcast Irmãos.com sorteia 3 livros do Ariovaldo Ramos
