Na sequência de reverberar a blogosfera, encontrei um outro post bastante relevante. Vitor Carvalho no blog Amando ao próximo, compara um fariseu a uma criança com anseio de ser amada. Gostei ainda mais do texto, pelo seu título: O fariseu que vive em nós. E é isso mesmo! Existe um "fariseu" hipócrita em cada um de nós!
Confira um trecho do post abaixo:
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Imagine uma criança que nunca recebeu amor dos pais. Certo dia ela conhece uma menininha cujos pais a cobrem de amor e afeto. A primeira criança diz para si mesma: “Quero ser amada desse jeito também. Vou fazer o que for preciso para conquistar o amor do meu pai e da minha mãe.” Então, para ganhar o carinho dos pais, ela passa a escovar os dentes, arrumar a cama, sorri, tem bons modos, nunca chora nem reclama de nada, nunca expressa uma necessidade sequer e aprende a esconder os sentimentos negativos.É assim que fazem os fariseus. Eles seguem a lei com todo rigor para despertar o amor de Deus. Se for necessário, eles a reescrevem para dar destaque a coisas que não estavam mesmo pretendendo fazer: dançar, fumar, beber. Ou para destacar as coisas que eles gostam: o compromisso com programas da igreja é sinônimo de compromisso com Deus, votar em (coloque aqui o nome do seu candidato) é o que Jesus faria. A imagem que eles têm de Deus prende-os a uma teologia que incentiva as obras em troca da aprovação que vem do céu. Se Deus é um contador detalhista que gosta de encontrar erros de quem quer que seja o fariseu deve buscar uma vida que minimize o risco de erro. Assim, no dia do juízo final, ele poderá apresentar a Deus uma folha de serviços perfeita, e Deus será obrigado a aceitá-la.
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Fonte: Amando ao próximo