sexta-feira, 16 de abril de 2010
Everything - Tim Hughes (Seja tudo em mim)
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Antonio Mano
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
As marcas da institucionalização da Igreja - Ed René Kivitz
A igreja tem duas dimensões: organismo e organização, corpo místico de Cristo e instituição religiosa, que convivem e se misturam enquanto fenômeno histórico e social. O grande desafio é fazer a dimensão institucional diminuir para deixar o organismo espiritual crescer. O que se observa hoje, entretanto, é um movimento contrário, no qual muitas comunidades cristãs caminham a passos largos para a institucionalização, sem falar naquelas que estão com os dois pés fincados no terreno da religiosidade formal. Senão, observe o que eu chamo de marcas da institucionalização da igreja.
1. Liderança personalista. Quando a comunidade acredita que algumas pessoas são mais especiais do que outras, abre brecha para que alguém ocupe o lugar de Jesus Cristo e se torne alvo de devoção. Ocorre então uma idolatria sutil e, aos poucos, um ser humano vai ganhando ares de divindade. Líderes que confundem a fidelidade a Deus com a fidelidade a si mesmos se colocam em igualdade com Deus e, em pouco tempo, pelo menos na cabeça dos seus seguidores, passam a ocupar o lugar de Deus. Eis a síndrome de Lúcifer.
2. Ênfase na particularidade do ministério. Uma vez que o projeto institucional se torna preponderante, a ênfase não pode recair nos conteúdos comuns a todas as comunidades cristãs. A necessidade de se estabelecer como referência no mercado religioso conduz necessariamente à comunicação centrada nas razões pelas quais “você deve ser da minha igreja e não de qualquer outra”. Torna-se comum o orgulho disfarçado dos líderes que estimulam testemunhos do tipo “antes e depois de minha chegada nesta igreja”.
3. Ministração quase exclusiva à massa sem rosto. Ministérios institucionalizados estão voltados para o crescimento númerico e valorizam a ministração de massa, que se ocupa em levar uma mensagem abstrata a pessoas que, caso particularizadas e identificadas, trariam muito trabalho aos bastidores pastorais. Parece que os líderes se satisfazem em saber que “gente do Brasil inteiro nos escreve” e “pessoas do mundo todo nos assistem e nos ouvem”, como se transmitir conceitos fosse a única e mais elevada forma de dimensão da ministração espiritual. Na verdade, a proclamação verbal do evangelho é a mais superficial ministração, e deve ser acompanhada de, ou resultar em, relacionamentos concretos na comunhão do corpo de Cristo.
4. Busca de presença na mídia. Mostrar a “cara diferente”, principalmente com um discurso do tipo “nós não somos iguais os outros, venha para a nossa igreja”, é quase imperativo aos ministérios institucionalizados. A justificativa de que “todos precisam conhecer o verdadeiro evangelho”, com o tempo acaba se transformando em necessidade de encontrar uma vitrine onde a instituição se mostre como produto.
5. Projetos ministeriais impessoais. Ministérios institucionalizados medem seu êxito pela conquista de coisas que o dinheiro pode comprar. Pelo menos no discurso, seus desafios de fé não passam pelos frutos intangíveis nas vidas transformadas, mas em realizações e empreendimentos que demonstram o poder das coisas grandes. Os maiores frutos da missão da Igreja são a transformação das pessoas segundo a imagem de Jesus Cristo e da sociedade conforme os padrões do reino de Deus, e não a compra de uma rede de televisão ou a construção de uma catedral.
6. Exagerados apelos financeiros. Consequência de toda a estrutura necessária para sua viabilização, os ministérios institucionalizados precisam de dinheiro, muito dinheiro. As pessoas, aos poucos, deixam de ser rebanho e passam a ser mala-direta, mantenedores, parceiros de empreendimentos, associados.
7. Rede de relacionamentos funcionais. A mentalidade “massa sem rosto” somada ao apelo “mantenedores-parceiros de empreendimentos” faz com que as relações deixem de ser afetivas e se tornem burocráticas e estratégicas. As pessoas valorizadas são aquelas que podem de alguma forma contribuir para a expansão da instituição. Já não existe mais o José, apenas o tesoureiro; não mais o João, apenas o coordenador dos projetos Gideão, Neemias, Josué, ou qualquer outro nome que represente conquista, expansão e realizações.
8. Rotatividade de líderes. Não se admira que muitos líderes ao longo do tempo se sintam usados, explorados, mal amados, desconsiderados e negligenciados como pessoas. O desgaste de uns é logo mascarado pelo entusiasmo dos que chegam, atraídos pela aparência do sucesso e êxito ministerial. Assim a instituição se torna uma máquina de moer corações dedicados e esvaziar bolsos de gente apaixonada pelo reino de Deus. O movimento migratório dos líderes de uma igreja para outra é feito por caminhões de mudança carregados de mágoas, ressentimentos, decepções e culpas.
9. Uso e abuso de conteúdos simbólicos. A institucionalização é adensada pelos seus mitos (nosso líder recebeu essa visão diretamente de Jesus), ritos (nossos obreiros vão ungir as portas da sua empresa) e artefatos (coloque o copo de água sobre o aparelho de televisão), enfim, componentes de amarração psíquica e uniformidade da mentalidade, onde o grupo se sobrepõe ao indivíduo e a instituição esmaga identidades particulares. Os símbolos concretos (objetos, cerimônias repetitivas, palavras de ordem) afastam as pessoas do mundo das ideias. Quanto mais concretos os símbolos, mais amarrado e dependente o fiel.
10. Falta de liberdade às expressões individuais. Ministérios institucionalizados, personalistas, dependentes de fiéis para sua manutenção financeira e psicologicamente amarrados pelos conjuntos simbólicos não são ambientes para a criatividade e a diversidade. Todos brincam de “tudo quanto seu mestre mandar, faremos todos” e, inconscientemente, acabam se vestindo da mesma maneira, usando o mesmo vocabulário, gestos e linguagens não verbais. Seus rebanhos são compostos não apenas por “massa sem rosto” e “mantenedores-parceiros de empreendimentos”, mas também por “soldadinhos uniformizados”, o que aliás, é a mesma coisa.
Ed René Kivitz
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sábado, 20 de março de 2010
FRASES

Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.
O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.
Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.
Martin Luther King
domingo, 14 de março de 2010
FAZENDO FACUL - EAD

Hi Pipol (rs), sem tirinhas novas (pelo menos por agora), estou aqui para contar uma novidade: estou cursando o 1• Semestre do curso de Bacharel (olha que chique rs) em Serviço Social, estou muito feliz e agradeço a Deus por essa oportunidade, o Mano já não pode dizer o mesmo já que faço dele meu laboratório, sempre comentando e debatendo o que tenho lido e aprendido na faculdade com ele.. em geral esses debates são ótimos, mas como sou uma universitária e estou sendo bombardeada de novos conhecimentos acabo me "sentindo", me" achando" e quase não deixo o lindão falar rsrs (as vezes percebo no olhar e na expressão do rosto dele um pensamento do tipo: "Quero minha mulher de volta" "o que fizeram com ela?").
Como sempre ele é muito educado ouve até o final, revezando as caras e bocas (ora de atencioso, ora de saco cheio ou assustado como eu disse acima), ah! e só pra não deixar de ser meu Mano ele discorda de alguma coisa, se não fosse assim não seria ele, essas discordâncias em geral ajudam a enriquecer o meu aprendizado. OBRIGADO LINDÃO VC É 10!!! (será que deu pra consertar ou vou dormir no sofá hen?)
Então o curso é a distância com 2 aulas presenciais/semanais de 4hs cada:
E quem disse que os cursos superiores a distância (EAD) são "fracos" ou "mais fáceis"?
Está redondamente enganado, rala-se muito pesquisando, lendo os textos complementares enviados pelos professores, dedicando no mínimo 2 horas por dia de estudo autônomo, participando de fóruns, "sugando de canudinho" os professores EAD e o professor tutor presencial , para ter uma boa formação, de qualidade (sem ser como diz o ditado: nas "coxas") tem que se dedicar, tem que correr atrás e complementar seus estudos de forma à compensar os dias que não se está em sala de aula.
E isso não é muito diferente do que se espera do acadêmico do curso presencial, seria "lindo" se todos (acadêmicos presenciais e acadêmicos EAD) se formassem conscientes do quanto é necessário dar continuidade em seu aprendizado tornando-se um pesquisador, que se atualiza e se renova sempre para atuar com competência e conteúdo.
Os acadêmicos EAD nesse sentido levam uma certa vantagem pois, acredito (pelo que tenho experimentado) que será muito difícil ele se formar sem antes se tornar um pesquisador, o que o fará um profissional melhor qualificado.
Posso estar aqui "vendendo o peixe que estou comprando", mas estou falando de algo que acredito por estar vivenciado.
O curso a distância tem seus "prós e contras", ainda há preconceitos que, espero eu, serão superados.
Bom quanto à minha opção de curso, confesso que Serviço Social nunca foi nem a minha terceira opção de curso, mas buscando me formar e buscando algo financeiramente mais acessível , pesquisei a respeito do curso e este se encaixou com meus ideais, com meu bolso e com meu tempo, espero sim me formar com nota 10 e poder fazer o melhor (parece campanha política né... : "prometo dar o melhor de mim se eleita for..") rsrsrs e ao contrário de alguns que ainda vêm o serviço social como obra de caridade e o assistente social como "a moça(o) boazinha(o) que faz boas ações", quero sim ser uma boa moça(senhora casada), fazer boas ações, mas quero também ir além da caridade e fazendo com que todos e todas tenham acesso aos seus direitos, de uma vida digna, uma vida melhor (não vou sair nas próximas eleições i promess rsrs).
Ainda não sei exatamente em que campo atuar, mas tenho pretensão de dedicar-me a familia e me especializar em psicologia social, terapeuta familiar ou algo do tipo.
Prá quem tem interesse do curso segue ae algumas informações:
O Assistente Social é um profissional qualificado que faz uma intervenção investigativa através de análise e pesquisa social, ele atua na formulação, execução e avaliação de serviços, programas e políticas sociais para garantir, ampliar e defender os direitos e a justiça social. Ele atua em organizações públicas, empresas privadas e organizações não governamentais.
Neste "tempo de divisas, tempo de gente cortada" (Carlos Drummond de Andrade) devemos nos fazer sentinelas, guerreiros, ferozes e vorazes na luta pelos direitos humanos.
Antônio Oliveira Franco - Fonte: Amambai Educa
ver texto completo: http://amambaieduca.blogspot.com/2009/02/servico-social-no-brasil.html
quinta-feira, 11 de março de 2010
Igreja Nudista - cultos para evangélicos nús
Eu não quero escandalizar ninguém, mas apesar de não ser um naturista, um adepto do nudismo, essa é uma prática que não me incomoda. Mesmo sem ter propriedade pra falar, não vejo nenhuma conotação sexual por parte de seus praticantes. Vejo sim, uma quebra de convenções tão anárquica que se confunde entre a liberdade e a loucura (alguns observam como perversão).
Mas e aí?!! O que VOCÊ pensa? Participaria de um culto assim? Comente! Reverbere!
Fonte: BBC Brasil, Gnotícias
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Antonio Mano
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domingo, 7 de março de 2010
Ministério Terra dos Palhaços - A Dracma perdida.
Como prometido no último post, este não será um post sobre tecnologia! UFA!!
Abaixo segue uma encenação bem singela e bem criativa para relembrarmos da parábola da dracma perdida.
Quem tem coração para ouvir-ver-sentir que o faça.
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Antonio Mano
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Instalando o Adobe Flex Alpha 5 no Ubuntu 9.10 64 bit
Bom.. puxa.. mais um post sobre tecnologia.. prometo que o próximo não será!
Existe uma pequena dificuldade em utilizar o Adobe Flex no Ubuntu 64 bit. É necessário instalar as versões em 32 bit do eclipse europa, firefox e java jre. É uma pena, pois seria muito bom utilizarmos tudo em 64 bit, usufruindo o máximo das máquinas que possuem esse diferencial.
Segue abaixo o link de um tutorial bem prático (em inglês) que ensina como realizar este procedimento.
Segue abaixo o famoso "Olá Mundo!" feito em Adobe Flex Alpha 5 no Ubuntu 9.10 64 bit.
Para os que possuem algum embaraço no inglês (like me), sugiro a utilização do tradutor do google. Você pode informar um parágrafo inteiro, que ele faz a tradução instantânea. Fiquei bem impressionado com a riqueza da tradução.
Se surgir muitas dificuldades, me disponho a traduzir o tutorial.
[Reverberado]
PAZ
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