terça-feira, 21 de julho de 2009

O que é a Igreja?



Creio assim. Simples assim. Entendeu ou quer que redesenhe?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Bodas de Trigo ou Couro

Não poderia deixar passar em branco.
Hoje completamos 3 anos de casados. Graças a Deus!!! Graças ao amor!!!
Muitos podem dizer: "Áh! 3 anos não é nada! Quero ver esse amor quando fizerem 30!"
(risos) Já ouvia esse tipo de bobagem quando namorávamos. Não busco exemplo de amor em outros casais (mesmo encontrando vários bons exemplos). Sabemos que temos que viver por nós mesmos. Com o nosso amor entrelaçado em Deus.
Nesses 3 anos, amadurecemos juntos. Sofremos juntos. Discordamos juntos. Sorrimos juntos. Batalhamos juntos.
Nesses 3 anos, pude entender, que orar à Deus pedindo a confirmação para casar, não era "espiritualizar" decisões que o livre arbítrio de Deus delegavam à mim. Entendi que pedir e receber tal confirmação em meu coração, foi como receber a benção e aprovação de um pai em relação à noiva de seu filho. (e no caso, Pai da noiva também).
Nesses 3 anos, pude reconhecer o traçar do tear de Deus. Onde as características de um e do outro, que aparentemente, seriam excelentes propostas de confronto, se tornaram um delicioso completar de almas.
Nesses 3 anos, descobri que quem ama, ama sempre, mesmo quando não se gosta as vezes (risos). Percebi que o Senhor colocou em meus braços um bem muito precioso. Tão precioso, que Ele já sabia que seria impossível para mim, cuidar deste bem sem a ajuda dEle. Assim, este amor se torna ainda mais lindo, pois me leva à uma aproximação com o Pai, diariamente.
É verdade que a rotina da lida, tende a nos oferecer um comodismo mecanizado no tratar. É verdade que o ardor necessita ser regado, para sempre estar rubro. Te peço perdão então minha linda, se o Mano de hoje, não se tornou melhor que o Mano de ontem. Saiba que o amor de hoje é muito maior, muito mais consciente, muito mais construído (como diriam os indianos.. risos).

Obrigado pelo seu cuidado, pelo seu carinho. Que em nossos corações, continue o entendimento de que casa-se não apenas para ser feliz, mas sobretudo, para fazer o outro feliz. Desejo que continuemos ligeiros em secar a primeira gota do balde, para que ele nunca venha transbordar com a última.

TE AMO PRINCESA!
CONTIGO SOU FELIZ!

Reflexão

Essa crítica é muito pertinente aos dias atuais. Devemos enquanto igreja, refletir sobre esta imagem que nos foi associada, a qual já está se tornando folclórica perante a sociedade.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Bem vindos os convidados para a ceia do Senhor


É desagradavelmente interessante como nós lemos muito pouco a Bíblia.

É, sobretudo perigoso, a forma como absorvemos tudo o que nos falam(pregam) e a facilidade com que reproduzimos tudo isso sem analisarmos.

Na maioria das igrejas evangélicas que eu já tive a oportunidade de presenciar ou participar da santa ceia do Senhor, percebi algo que a meu ver, é uma grande distorção do que Paulo disse à igreja de Corinto na sua primeira carta, no capítulo 11.

Paulo chama a atenção, sobre a má conduta dos coríntios na celebração da ceia do Senhor. O texto mostra que existia uma total falta de comunhão entre os irmãos. Acentuada principalmente, pela diferença social. Os mais abastados desprezavam os mais necessitados que não podiam ou menos contribuíam com a ceia. A ceia da época, era realizada com grande fartura de pão e vinho, diferentemente da forma com que a celebramos hoje em dia. Os mais ricos, levavam seu vinho e seu pão, e sem esperar pelos demais, comiam e se embebedavam sem o menor pesar pelos mais pobres.

Ora, Paulo vendo isso, não precisou de nenhuma revelação para constatar que não havia ali, menção ao nome de Cristo, quanto mais ao seu corpo e sangue. Não havia ali, espírito fraterno, espírito de adoção. Não havia ali espírito de comunhão, e por isso, não havia ali espírito de Igreja. Não havia ali, discernimento (entendimento, menção, reverência, referência) do corpo e do sangue do Senhor.

Eles estavam fazendo da ceia do Senhor, um acontecimento de comilança e bebedeira.

Paulo então, é categórico:

Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.

Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.

Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR.

Apesar de ser claro que a condenação virá para aqueles que ceiam, sem discernir o corpo do Senhor, ou seja, sem vivenciar, sem entender que a ceia trata-se da representação do sangue e do corpo do Cristo Jesus, o que vemos hoje em dia, é o apartar da ceia do Senhor não mais por diferenças econômicas, mas sim, por diferenças de santidade. Hoje vemos que pessoas disciplinadas em suas igrejas, ou simplesmente “em pecado” (como se fosse possível encontrar alguém sem pecado), não podem participar da ceia do Senhor. Nisto observo diversos males, dentre eles:

A contínua valorização da culpa nos ombros do pecador;

A herança da necessidade de penitência, existente no catolicismo, para sermos “restaurados”. Com isso, atrofiamos o desenvolver do arrependimento, posto que somos supostamente disciplinados com a “não comunhão” com a igreja na ceia do Senhor.

Pergunto-me, quem em sã consciência poderia impedir alguém consciente, que discerne o corpo e o sangue de Jesus, de participar da santa ceia do Senhor? Não é por ventura mais importante ainda para o pecador que participe da ceia, posto que esta representa a carne do cordeiro pascal de Deus e o sangue purificador derramado na cruz ao nosso favor? (Nosso - PECADORES - Todos nós)

Infelizmente, isto ocorre por não lermos e meditarmos no que ensina a Bíblia. Mas temos que começar toda e qualquer mudança em nós mesmos. Importa que cada um tenha a sua comunhão/meditação diária. Temos que executar a mudança primeiro em nós para não nos tornarmos meros hipócritas. Como diz o pernambucano Junior Calado: “Resolver meu problema é fácil, quero ver tu resolver o teu!”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Você já se encontrou com Deus? E com dois?

O encontro

por Ariovaldo Ramos

Pastor, hoje eu tive um encontro de terceiro grau com Deus, e preciso da sua ajuda!

Como um encontro de terceiro grau?

Pessoal, pastor, face a face!

Hoje, você esteve com Deus como... Moisés?

Isso pastor! E preciso da sua ajuda!

Por que uma pessoa que esteve pessoalmente, ao vivo e a cores, com Deus, precisa de minha ajuda, ou de qualquer ajuda?

Por que apareceram dois, pastor!

Dois... Como assim?

Deus! Apareceram dois seres! E ambos disseram ser Deus!

Ao mesmo tempo?

Não, pastor, primeiro veio um e depois veio outro, e eu preciso que você me ajude a descobrir qual dos dois é Deus, de fato!

Não sei se posso ajudar... Como era cada um?

Iguais, absolutamente iguais, apareceram com a mesma face, jeito... Tudo!

E a fala? Falaram a mesma coisa?

Ah! Isso não!

O primeiro chegou, eu estava no quarto, não tive medo, ao contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que você pergunta o porquê da minha aparente não interferência.

Eu vou interferir, vou botar a casa em ordem! Quanto ao sofrimento, por enquanto é assim, é o custo da queda, afinal, graças à desobediência de vocês, o mundo jaz na maldade. Mas, no fim, os justos florescerão, sua diferença será percebida por todos os outros que jogaram fora a oportunidade que lhes foi oferecida. E quanto a esses falsos pregadores: eles não perdem por esperar, serão expostos: um a um!

Essa foi a fala do primeiro. Falou e sumiu!

Enquanto eu meditava nessas palavras... Apareceu o outro. Do mesmo jeito! E, mais uma vez, eu não tive medo, pelo contrário, veio uma enxurrada de tranqüilidade. Aí ele disse: Tenho ouvido as suas orações, percebo sua preocupação com as pessoas em seu sofrimento, com a violência, com a injustiça. Sua preocupação com os rumos da minha Igreja, com a pregação enganosa, com a distorção do evangelho. E ouço todas as vezes que pergunta o porquê da minha aparente não interferência.

Nós vamos interferir, vamos botar a casa em ordem! Entenda, sofremos com vocês! E, desde antes da criação, nós fizemos tudo o que precisava ser feito para acabar com esse sofrimento, vocês viram isso manifesto na morte do Cristo, e que a sua ressurreição o demonstrou. Mas entenda, há certos princípios que nós temos de respeitar! A vida é rara e muito frágil, se nós quebrarmos os princípios, que nós mesmos estabelecemos, a vida deixará de existir e, com ela, o universo. O sofrimento terá fim, e haverá justiça; é para isso que trabalhamos até agora.

Quanto aos erros grosseiros, nós os vemos e lamentamos, mas, tínhamos de decidir, diante do que aconteceu, antes de acontecer, como acabaríamos com a maldade que, em vocês, achou expressão; com a agravante, que a única maneira de acabar com a maldade é acabar com os maldosos. E vimos que há duas maneiras de acabar com os maldosos: ou os destruímos, ou os convertemos. Nós decidimos pela conversão.

E para que vocês pudessem ser convertidos, tínhamos de perdoá-los em primeiro lugar, por isso, nós sempre nos aproximamos de vocês a partir do perdão que lhes estendemos. Assim, insistiremos na conversão de vocês até o fim. E quando convertemos um de vocês, é uma maravilha! Porque nós marcamos com fogo no coração de vocês a nossa lei, e a nossa lei é o amor. E aí vocês mudam de vida, por entenderem que é amando que se vive, que é perdoando que se convive, e que é servindo que se estabelece a justiça. Sei... você está pensando: mas eles já são convertidos! Pois é, nós insistiremos na conversão de vocês até o fim.

Essa foi a fala do segundo. Falou e sumiu!

Então, eu vim correndo para falar com você: Qual dos dois é Deus? A quem devo ouvir e seguir?

Ai meu Deus! Não sei lhe dizer... me vi muito na fala do primeiro, e fiquei envergonhado na fala do segundo.

Acho que temos de pedir ajuda. Por favor nos ajudem... Para vocês... Quem é Deus?

[Reverberado]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Oração pela Paz


Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde há ódio, que eu leve o amor.
Onde há ofensa, que eu leve o perdão.
Onde há discórdia, que eu leve a união.
Onde há dúvida, que eu leve a fé.
Onde há erro, que eu leve a verdade.
Onde há desespero, que eu leve a esperança.
Onde há tristeza, que eu leve a alegria.
Onde há trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
é morrendo que se vive para a vida eterna.

(Francisco de Assis)

Já cantei muito essa oração. A cada dia, ela se torna mais linda, mais necessária, mais difícil.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A fé de uma criança


A cada dia.. eu tenho mais convicção de que o evangelho é simples. Sem palavras.. sem teologias.. só amor.. simples assim.
Bom.. assistam.. compartilhem.. reverberem!