sexta-feira, 17 de abril de 2009

Brooke Fraser - Albertine (LEGENDADO)



O som é muito bom, e a mensagem passada pela letra e imagem do videoclipe é bem forte. Nada de novo, nada que não saibamos, e mesmo assim, continua sendo uma mensagem forte. Nos confronta a fazermos algo, nos mostra que somos responsáveis pelo simples fato de sabermos.
Me tirou da zona de conforto. Se vou fazer algo útil para ajudar a mudar essa situação? Não sei. Por enquanto, posto e reverbero.

Servir: privilégio de poucos

Reverberando agora Ed René Kivitz, em um texto muito profundo sobre o doce e sofrível privilégio de servir. Privilégio (para não dizer dever e missão) de todo aquele que se diz cristão e ou seguidor/discípulo de Jesus Cristo.


Servir: privilégio de poucos

É natural ao coração humano a busca de conforto, status, poder e tudo quanto vem agregado a estas realidades. Tiago, João e sua mãe foram até Jesus solicitar tais privilégios na consumação do reino de Deus. Jesus não disse nem que sim, nem que não, mas aproveitou para reforçar que o reino de Deus é reino de servos e, portanto, os servos são os verdadeiros governantes do mundo. No reino de Deus, o privilégio e o ônus de governar não é das “pessoas importantes”, mas dos servos, até porque, governar é servir. No reino de Deus, a maneira de governar não é exercendo domínio sobre os governados, mas servindo os governados, até porque, governar é servir. Na lógica do reino de Deus, o oposto também é verdadeiro: servir é governar.

Para servir é necessário sair da zona de conforto, isto é, fazer o indesejado, dedicar tempo para tarefas pouco atraentes, assumir responsabilidades desprezadas pela maioria, fazer “o trabalho sujo”, enfim fazer o que ninguém gosta de fazer. Para servir é necessário vencer o orgulho, isto é, se dispor a ser tratado como escravo, ter os direitos negligenciados, ser desprestigiado, sofrer injustiças, conviver com quase nenhum reconhecimento, enfim, não se deixar diminuir pela maneira como as pessoas tratam os que consideram em posição inferior. Para servir é necessário abrir mão dos próprios interesses, isto é, pensar no outro em primeiro lugar, ocupar-se mais em dar do que em receber, calar primeiro, perdoar sempre, sempre pedir perdão, enfim, fazer o possível para que os outros sejam beneficiados ainda que ás custas de prejuízos e danos pessoais.

Não é por menos que em qualquer sociedade humana existem mais clientes do que servos. Servir não é privilégio de muitos. Servir é para gente grande. Servir é para gente que conhece a si mesma, e está segura de sua identidade, a tal ponto que nada nem ninguém o diminui. Servir é para gente que conhece o coração das gentes, de tal maneira que nada nem ninguém causa decepção suficiente para que o serviço seja abandonado. Servir é para quem conhece o amor, de tal maneira que desconhece preço elevado demais para que possa continuar servindo. Servir é para quem conhece o fim a que se pode chegar servindo e amando, de tal maneira que não é motivado pelo reconhecimento, a gratidão ou a recompensa, mas pelo próprio privilégio de servir. Servir é para gente parecida com Jesus. Servir é para muito pouca gente.

A comunidade cristã – a Igreja, pode e deve ser vista, portanto, como uma escola de servos. Uma escola onde aprendemos que somos portadores do dna de Deus, dignidade que ninguém nos pode tirar. Uma escola onde aprendemos que, por mais desfigurado que esteja, todo ser humano carrega a imagem de Deus. Uma escola onde aprendemos a amar, e descobrimos que, se “não existe amor sem dor”, jamais se ama em vão. Uma escola onde aprendemos que “mais bem aventurada coisa é dar do que receber”.

Servir é mesmo privilégio de poucos. De minha parte, preferiria ser servido. Mas aí teria de abrir de mão do reino de Deus. Teria de abrir mão de desfrutar do melhor de mim mesmo. Teria de abrir mão de você. Definitivamente, me custaria muito caro. Nesse caso, continuo na escola.

© 2008 Ed René Kivitz

Fonte: Igreja Batista de Água Branca

Porque eu odeio a religião


Reverberando agora Mark Driscoll, em um video de 10 minutos onde ele explica porque ele odeia a religião. Entendendo o que ele quis dizer, e entendendo o que ele está chamando de "religião" no video, eu também digo que ... hummm... não odiar não.. mas digo que não gosto da "religião".

O Evangelho em 6 (seis) minutos



Reverberando agora John Piper, em um video de 6 (seis) minutos apenas, onde ele fala sobre o que é na verdade o Evangelho.

Quem é Jesus?



Continuando a reverberação, agora com Ariovaldo Ramos em um video de 10 minutos, falando sobre quem é Jesus. Sim! Quem Ele é e não quem Ele era, pois VIVO ESTÁ!!!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Reverberando - RapenSando

Bom, como retomada deste blog, que nem começou pra ser retomado (risos), eu decidi apenas reverberar. É, isso mesmo! Nada de novas teologias ou unções, a novidade ou "boa nova", ainda é a mesma de dois mil anos atrás e GRAÇAS A DEUS POR ISSO!!!: Jesus! O Reino! A Cruz! Redenção!!!Por isso, decidi referênciar um post que achei bem pertinente:
A espiritualização das missões

"Existem atualmente várias agências missionárias cristãs que facilitam e sustentam pessoas pregadoras do Evangelho ao redor do mundo. Não é difícil encontrar em tais agências rankings e listas indicativas de onde existem locais com grande perseguição. Inclusive dando ênfase a certos lugares como a dita Janela 10/40 e países com um regime socialista, especialmente Cuba, China e Coréia do Norte."

Este é um trecho da última postagem do Raphael RAP, no seu blog RapenSando, apesar de não concordar com tudo que ele diz, gostei do desenrolar dos comentários, o tema realmente daria um ótimo podcast, nada de malucos zombando ou coisas do tipo (risos), mas um bom papo, como foi desenrolado nos comentários. Acessem e confiram clicando aqui.

Fonte: RapenSando

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Retomando...

Bom, lá se foram dois anos.
Nós realmente entramos em tantos turbilhões de coisas e até de calmarias, isso mesmo, de calmarias, que nos levaram a negligenciar este espaço.

Ok. No problem...

Estamos aqui para um novo começo, mas olhando para o primeiro Post, já constatamos que muita coisa mudou em nós, de verdade.
Vejamos então o que o Papai nos reserva. 

Bem vindos de novo!